segunda-feira, 27 de maio de 2013

WAIT FOR ME ( by konstantin simonov)

to Valentina Serova
Wait for me, and I'll come back!
Wait with all you've got!
Wait, when dreary yellow rains
Tell you, you should not.
Wait when snow is falling fast,
Wait when summer's hot,
Wait when yesterdays are past,
Others are forgot.
Wait, when from that far-off place,
Letters don't arrive.
Wait, when those with whom you wait
Doubt if I'm alive.

Wait for me, and I'll come back!
Wait in patience yet
When they tell you off by heart
That you should forget.
Even when my dearest ones
Say that I am lost,
Even when my friends give up,
Sit and count the cost,
Drink a glass of bitter wine
To the fallen friend -
Wait! And do not drink with them!
Wait until the end!

Wait for me and I'll come back,
Dodging every fate!
"What a bit of luck!" they'll say,
Those that would not  wait.
They will never understand
How amidst the strife,
By your waiting for me, dear,
You had saved my life.
Only you and I will know
How you got me through.
Simply - you knew how to wait -
No one else but you.

1941

sexta-feira, 12 de abril de 2013

vulúpias


minha boca seca e meu corpo morrendo de paixao
se levanta a vontade de querer ser possuida
se levanta a vontade de gemer junto ao seu ouvido
enquanto fazemos amor.
meu corpo prucura seu, e sinto suas maos e sua voz susurrando
'' hoje te quero so pra mim''
meu corpo ardente alma presente vontade insasiavel
ca de voce essa noite?
vontade de sentir sua mao se estendendo-se pela minha coxa
minhas pernas entreabrem ,,
feixo os olhos e sinto um tacto  incerto.  talvez uma linga umida e ainsiosa  navegando entre as minhas coxa
num bosque em humidade doce
o botao dos labios revelados pela boca golosa

terça-feira, 19 de março de 2013


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

meu mundo se esconde em seu


meu mundo escondido no seu.
a dor pode ser nitida, no tom da minha voz e em meus olhos 
voz suave maltrada, e ignorada, olhos cansados de chorar pela imperfeicao.
horriveis atormentos de  um amor doce e imperfeito 
tambem ja me fez pensar  em perfeicao. chora e duvidar...
mesmo pela sua docura, carrega a amargura da solida que se alastra rapidamente por todo o corpo enchendo de mágoas, de rancores...
reviravolta, 
eu ainda quero amar!!
no meu mundo as coisas sao reias , 
as musicas tocam e param, ate a dias que elas  dao sentido a minha vida.
ai eu choro, ao mesmo que eu sorriu.
sem perceber eu trago comigo a certeza de que tu estas aqui. 
ja nao quero mais amar!!
meu mundo é contraria minhas vontades. 
se esconde em seu mundo mesmo eu nao sabendo quem tu es, 



quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Nas asas do tempo




Sento-me nas areias do tempo
No deserto do alem
No meio do nada
Penso nos passos que dou contra o tempo
Os olhos que baixo por causa do vento
Vento que me toma os sonhos cálidos e os pinta de vermelho
Sangram lágrimas sem choro
Sem voz
Murmuram segredos
Desenham-se-me no rosto esses esboços do silêncio
Esses que apago e esborrato
E de novo se pintam em telas contra a minha vontade
Rasgo as folhas de papel em branco
Queimo os lápis de madeira que insinuam escravinhices
Dos meus não ditos não há-de falar
Deixem-me sentir, aqui, a dor vermelha de não saber amar
Essa condição de ignorante eterno
Para sempre um boémio nos lençóis alheios...
Frios, gélidos...
Sem sabor nem cheiro...
Ausentes na minha vontade...
Amargos
Aquecem apenas esta minha pele que arrefece
Pensar que um dia me podia aquecer no leito dessas desconhecidas sem rosto...
Que distraída sou...
Pois estava-me a esquecer de desejar
voar nas asas de um anjo


lagrimas de preta

Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.
Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.
Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
Nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.


Antonio Gedeao

domingo, 27 de janeiro de 2013

o novo colosso



Não como o gigante bronzeado de grega fama,
Com pernas abertas e conquistadoras a abarcar a terra
Aqui nos nossos portões banhados pelo mar e dourados pelo sol, se erguerá
Uma mulher poderosa, com uma tocha cuja chama
É o relâmpago aprisionado e seu nome
Mãe dos Exílios. Do farol de sua mão
Brilha um acolhedor abraço universal; os seus suaves olhos
Comandam o porto unido por pontes que enquadram cidades gémeas.
“Mantenham antigas terras sua pompa histórica!” grita ela
Com lábios silenciosos “Dai-me os seus fatigados, os seus pobres,
As suas massas encurraladas ansiosas por respirar liberdade
O miserável refugo das suas costas apinhadas.
Mandai-me os sem abrigo, os arremessados pelas tempestades,
Pois eu ergo o meu farol junto ao portal dourado.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

love u sis

bernardet my name and live in russia with my sister, we are twins I could say many things about her, but I think no words will be enough. friend, and sometimes crays, nothing certain, always confused, but very dreamy, believes in friendship and change, always sensitive and generous. I'm proud of it. for being certain, and very friendly

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

de amor e de sombra


 passei o dia todo desfarcando a minha dor
devia ser apenas  aprendizado
nao uma dor assim.
ja procurei uma musica que abafa-se a dor em mim


quero fugir de mim mesmo
quero fugir da dor
estou  me deixando entimidar
mais sou "merecedora"

nao devia ser sofrimento meu.
aprendi que nao devemos enganar o coracao
e bom não enganar um coração.

rolar, beijar, farfalhar, gemer
nao ah maior prazer.

mais agora doi por eu nao entender...
E compreender, porque que ainda me amas,
poque que acreditas ainda nos contos da carochinha

 eu te trai.
e essa  dor, eh  tormento, deliceracao,
fogo, e aventura
Desliza pelo corpo, e descobre sedes.
talve queria sentir outra erecao.

a unica coisa que tenho   a certesa eh que doi  trair
Hoje posso dizer que estou feliz, não realizada, mas feliz. 
Feliz por ser responsavel  de  quase tudo que já me aconteceu,
de quase tudo que já passei e de tudo que ainda está por vir. 
Aprendendo sempre com cada queda, cada erro, cada choro. 
Dando valor, a cada sorriso, a cada aprendizado, a cada amigo, 
a cada abraço. Porque no fim o que importa é o que tiramos da 
vida e não o que oferecemos a ela.

sábado, 1 de dezembro de 2012

dor de uma traicao


passei o dia todo desfarcando a minha dor
devia ser apenas  aprendizado
nao uma dor assim.
ja procurei uma musica que abafa-se a dor em mim


quero fugir de mim mesmo
quero fugir da dor 
estou  me deixando entimidar
mais sou "merecedora"

nao devia ser sofrimento meu.
aprendi que nao devemos enganar o coracao
e bom não enganar um coração.

rolar, beijar, farfalhar, gemer
nao ah maior prazer.

mais agora doi por eu nao entender...
E compreender, porque que ainda me amas, 
poque que acreditas ainda nos contos da carochinha

 eu te trai.
e essa  dor, eh  tormento, deliceracao,
fogo, e aventura
Desliza pelo corpo, e descobre sedes.
talve queria sentir outra erecao.
  
a unica coisa que tenho   a certesa eh que doi ser traido

caminhos de lagrimas




Os teus caminhos
Muitas vezes eu cruzei
Com amor sempre ti olhei
Nunca me destes atenção
E porisso não percebeste
Que olhando pra você,
Muitas vezes chorei

Sempre muito apressada
Nunca olhava para traz
Tanta indiferença,
Tirava-me a paz.
De vista eu ti perdia
Seu vulto logo desaparecia
E eu novamente chorava.

O meu sono você tirava...
Em delírios eu ti chamava
Meu coração vivia apertado
Gritava sufocado de dor
A insônia de mim zombava
Meu rosto de lágrimas
Amanhecia molhado.

Por um impulso adolescente
Ouvindo o chamado da paixão
Te segui guiado pelo coração
Para ver onde você morava.
Tamanha foi minha desilusão
Ao ver que no seu portão
Um outro amor ti esperava.
Esta não é uma obra de ficção foi um acontecimento real,
um ato desesperado de um adolescente apaixonado que fez tudo para conquistar sua amada, mas que no fim do caminho encontrou a dor e as lágrimas da desilusão. Obrigado a todos pela visita e se possível for deixe um comentário ou uma critica. Em casa, meados de 1969.Em casa, meados de 1969
Jose Aparecido Botacini
22/04/2008